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Câncer Ósseo

Anterior Próximo O câncer ósseo primário pode começar em qualquer osso do corpo, mas afeta mais comumente a pelve ou os ossos longos dos membros superiores e inferiores. É raro, representando menos de 1% de todos os cânceres, sendo muito mais prevalentes as neoplasias ósseas benignas. Em relação a sua origem celular podem ser (de…
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Alterações Fibrocísticas da Mama

Anterior Próximo As alterações fibrocísticas da mama são anormalidades no tecido mamário. As mamas fibrocísticas são muito comuns: as estimativas sugerem que entre 50% e 90% de todas as mulheres experimentarão alterações benignas no tecido mamário durante a vida. As alterações fibrocísticas geralmente não estão associadas a um risco aumentado de câncer de mama. Desequilíbrios hormonais são…
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Fibroadenoma Mamário

Anterior Próximo O fibroadenoma é um tumor mamário benigno, sendo mais comum em mulheres com menos de 35 anos. O sintoma mais frequente é o surgimento de um nódulo, geralmente indolor, móvel e bem delimitado, de crescimento lento, com tamanho médio de 2 a 3 cm, e acredita-se que esteja associado aos hormônios reprodutivos. O…
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Câncer de Mama: Escala de Nottingham

Anterior Próximo Você conhece a graduação de Nottingham? Todos os carcinomas invasivos da mama devem ser graduados e esta escala é a recomendada pelo Colégio Americano de Patologistas (CAP), ela leva em consideração características arquiteturais, nucleares e mitóticas. Mas atenção: se apenas microinvasão estiver presente, não se deve graduar! Cada uma das variáveis leva a…
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Câncer de Mama: Exame per-operatório

Anterior Próximo O exame per-operatório, conhecido como congelação, é um procedimento diagnóstico rápido sendo realizado durante o ato cirúrgico com a finalidade de avaliar as margens cirúrgicas, metástases ou para definir a natureza da lesão. O responsável por identificar esses achados é o médico patologista, que pode estar dentro do centro cirúrgico ou em local…
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Carcinomas Mamários: Imunoistoquímica

Anterior Próximo O painel imuno-histoquímico básico solicitado nas biópsias positivas para carcinoma de mama inclui: Receptor de Estrógeno (RE), Receptor de Progesterona (RP), Receptor 2 do Fator de Crescimento Epidérmico Humano (HER-2) e Proteína ki-67. A expressão de RE e RP traduz-se em tumores menos agressivos, com melhor prognóstico e que respondem a terapias hormonais…
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Tumores Testiculares de Células Germinativas

Anterior Próximo Mais de 90% dos cânceres testiculares são originados nas células germinativas. O câncer de células germinativas do testículo pode ser classificado como seminomatosos e não seminomatosos, ou ainda em puros ou mistos (mais de um tipo subhistológico observado). Estas neoplasias são é raras, compreendendo 1-2% de todos os tumores em homens. No entanto,…
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Orquiectomia em Oncologia

Anterior Próximo Seguindo nossas postagens do Abril Lilás, como já dito embora a clínica somada a ultrassonografia escrotal e marcadores tumorais séricos (βHCG, AFP, DHL) sejam os primeiros passos no diagnóstico de um câncer de testículo, este não é confirmado até que uma orquiectomia (remoção cirúrgica do testículo) seja realizada, para que o tipo histológico…
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Câncer de Testículo: Seminoma

Anterior Próximo O seminoma testicular se origina no epitélio germinativo dos túbulos seminíferos, correspondendo a cerca de metade dos casos de tumores de células germinativas dos testículos. Os exames de sangue podem detectar a presença de fosfatase alcalina placentária (ALP) em até 50% dos casos, mas não pode ser usado isoladamente como marcador de seminoma.…
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Câncer de Testículo: Histopatologia

Anterior Próximo Seguindo as postagens sobre Câncer de Testículo, hoje falaremos dos tipos histológicos. A origem mais comum dos tumores testiculares é de células germinativas (~95% dos casos), que apresentam características histológicas e biológicas específicas. As células germinativas dão origem a dois grupos principais de câncer: seminomas e tumores não-seminomatosos. Seminomas são o tipo mais…